[Owasp-cuiaba] Fwd: Aprendendo de graça com os tops

Kembolle Amilkar haxorcoding em gmail.com
Sexta Maio 4 03:11:39 UTC 2012


Encaminhando, achei importante compartilhar, *vide* link's final texto! :)

*Att. Kembolle Amilkar *
#/[ kembolle.com.br ] - Consultoria Segurança da Informação.
#/ [ samurayconsultoria.com.br ] - Chief Security Officer - Samuray
Consultoria.
#/ Systems Analyst | Esp. Information Security | Computer Forensic Expert |
#/ Owasp Chapter Lider Cuiabá - https://www.owasp.org/index.php/Cuiaba
#/ Mobile: [65] 9979-2925  && contato[at]kembolle.com.br.
**



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Clayton Soares <claytonfelipe em gmail.com>
Data: 3 de maio de 2012 23:00
Assunto: Aprendendo de graça com os tops
Para: auditoria em mdiasbranco.com.br, gerenciaderiscos em mdiasbranco.com.br,
claytonsoares em googlegroups.com


Aprendendo de graça com os tops
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,aprendendo-de-graca-com-os-tops,866654,0.htm

Mais ágil, segunda onda da educação gratuita online amplia oferta de
videoaulas; Brasil ganha portal com legendas para quem não sabe inglês
28 de abril de 2012 | 21h 01

Por que, na sociedade do conhecimento, os superastros estão na indústria do
entretenimento? Professores podem ser superastros? Falando de professores,
faz sentido gastarem o tempo em sala de aula entregando conteúdo, em vez de
elaborar sobre ele? Se cai na conta da “ignorância” a culpa por boa parte
dos males de um país (e do mundo), por que tão poucos têm acesso à educação?

 A resposta para tudo isso pode estar na educação de graça online,
acessível para todos. É esse espírito que une projetos da segunda onda da
coalizão informal que se propõe a revolucionar o ensino em escala global.
Para falar sobre esse processo, o Estadão.edu ouviu representantes de dois
portais, o americano Coursera e o brasileiro Veduca, e da Universidade
Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) – que ganhará autonomia se a
Assembleia aprovar um projeto enviado pelo governo paulista no dia 18.

Também no dia 18, o Coursera anunciou que recebeu de investidores US$ 16
milhões para produzir videoaulas, além do fechamento de parcerias com as
Universidades de Stanford, Berkeley, Michigan, Princeton e da Pensilvânia.
Em vez das pesadas estruturas criadas por consórcios de universidades para
oferecer educação a distância que naufragaram nos anos 90, tanto o Coursera
quanto seu antecessor imediato, o Udacity, nasceram de iniciativas
individuais. Foram criados por professores que deixaram cargos cobiçados em
Stanford na esteira do sucesso de três cursos presenciais transpostos para
a web. Cada um deles atraiu no ano passado mais de 100 mil alunos de todo o
mundo.

A ideia é oferecer cursos (na verdade disciplinas), normalmente divididos
em módulos de uma dezena de aulas. “Nossa estratégia tem sido buscar
parcerias com universidades top”, diz um dos criadores do Coursera, Andrew
Ng, que dava aulas de Ciência da Computação em Stanford (*leia entrevista
neste link<http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,coursera-aposta-na-interacao,866616,0.htm>
*). “Estamos colocando o conteúdo dos cursos online, seja de Finanças ou de
Ciência da Computação. Embora pertençam ao universo do ensino superior,
muitos cobrem tópicos de interesse geral: poesia, sociologia, história da
internet ou efeitos das vacinas na saúde humana.”

Na semana passada, o Coursera adicionou seis cursos aos sete que já estavam
disponíveis. Nos próximos meses, serão mais 30, dados por
professores-celebridades, como Charles Severance, da Universidade de
Michigan, que vai contar em seis semanas, a partir de 23 de julho, a
história da criação da web e de como ela funciona no curso História da
Internet, Tecnologia e Segurança. “Para operar num mundo centrado na
informação, precisamos entender como funciona a tecnologia em rede”,
explica, no portal.

O trunfo de Severance, além da qualificação acadêmica em programação e
design na web, é ter testemunhado o nascimento da rede e convivido com seus
pais. Todos foram habitués do programa sobre tecnologia que o professor
apresentou na TV americana na década passada.

Para a maioria do público brasileiro, porém, projetos como o Coursera não
funcionam. Aliás, a onipresente barreira do idioma limita o acesso a toda a
produção disponível desde 2002, quando o Massachusetts Institute of
Technology (MIT) começou o programa OpenCourseWare, colocando aulas de seus
professores na web.

Foi pensando nisso que o engenheiro aeronáutico Carlos Souza e três sócios
lançaram, em março, o portal Veduca, que já oferece 70 aulas de professores
de grandes universidades com legendas em português. Isso é apenas uma
pequena parte do total de 4.712 videoaulas que serão traduzidas. Todas
estão hospedadas no portal, organizadas por temas. “Queremos democratizar a
educação de alta qualidade no Brasil”, diz Souza, ex-executivo da área de
marketing da Procter&Gamble.

Graças ao portal, quem não fala inglês pode assistir ao curso sobre
compaixão dado pelo dalai-lama em Stanford, um dos hits do Veduca. Souza
ainda procura patrocinadores, mas acha que fez a coisa certa ao apostar na
educação gratuita. Um dos termômetros são e-mails enviados de todos os
cantos do País, como este: “Olá, tenho 13 anos, meu sonho é ser
astrofísico, com esses vídeos estou aprendendo muito. Obrigado aos
organizadores do site e a quem colocou a legenda para facilitar o
aprendizado.”

Parte da comunidade que assiste ao Veduca participa até da legendagem do
material, de forma colaborativa. Depois, a equipe do portal, de dez
tradutores, confere o conteúdo e publica. “É como uma Wikipedia.”

A médio prazo, o Veduca quer produzir conteúdo com universidades daqui. O
portal chamou a atenção do pró-reitor de Graduação da Unicamp, Marcelo
Knobel, que procurou Souza para conhecer o modelo do negócio. “Nosso
interesse é divulgar o que produzimos na Unicamp. É preciso pensar numa
parceria adequada; não é correto uma empresa ter lucro a partir da
iniciativa de uma universidade pública.”

Na esfera pública, uma das experiências mais interessantes hoje no País é a
da Univesp, criada em 2009, que tanto oferece programas formais a distância
quanto cursos livres, por meio da Univesp TV. Os primeiros têm processos
seletivos e dão diploma: a universidade virtual tem duas licenciaturas (em
Ciências, em parceria com a USP; e em Pedagogia, com a Unesp) e duas
especializações (em Ética, Valores e Saúde na Escola; e em Ética, Valores e
Cidadania na Escola, ambas em convênio com a USP).

A Univesp TV põe na web e no canal digital 2.2 da TV Cultura (acessível
para quem tem TV com conversor) aulas, cursos e entrevistas. Embora a
maioria do conteúdo produzido seja feita em parceria com a USP, Unesp e
Unicamp, a TV fez a legendagem do fenômeno Justice, série de 12 aulas do
filósofo político Michael Sandel (o Veduca também está fazendo sua própria
versão do material em português). Gravado em 2009 em Harvard como uma série
de TV, Justice migrou para a web e fez de Sandel uma celebridade em países
como Japão e China.

Num auditório lotado em Harvard, o professor provoca alunos a refletir
sobre temas espinhosos, muitos baseados em casos reais: existe
justificativa moral para a tortura, o assassinato ou o
canibalismo<http://www.youtube.com/watch?v=8I8e8oJpoII&feature=plcp>?
Uma mãe de aluguel pode romper o contrato e ficar com o bebê? As reflexões
servem para introduzir o pensamento de gigantes como Aristóteles, Kant e
John Stuart Mills.

Nesta segunda-feira, 30, a Univesp TV estreia seu segundo curso legendado,
de Introdução à História da Grécia Antiga, produzido por Yale. Dado pelo
professor Donald Kagan, ganhador em 2002 da Medalha Nacional de
Humanidades, uma das maiores distinções acadêmicas dos Estados Unidos, o
programa tem 24 aulas.

“Nosso primeiro objetivo é oferecer programas que apoiam o aprendizado dos
alunos de cursos certificados, são parte do material didático desses
cursos”, diz a coordenadora geral da Univesp TV, Mônica Teixeira. “Mas
também estamos, cada vez mais, acompanhando cursos regulares das
universidades paulistas e colocando o registro na íntegra na TV.”

Em alguns casos, a própria Univesp TV chama professores e especialistas e
sugere que desenvolvam cursos curtos. Um exemplo é a série de cinco aulas
sobre mudanças climáticas dada pelo físico Carlos Henrique de Brito Cruz,
diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp) e
ex-reitor da Unicamp.

Outro destaque é o curso de extensão gravado no Centro Maria Antônia da USP
em que o sociólogo Gabriel Cohn, ex-diretor da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas (FFLCH), fala da obra de Max Weber, tema no qual
é referência no País. Nesse caso, a Univesp TV inverteu o processo do
Veduca: fez a versão para o inglês das aulas de Cohn.

“As pessoas no mundo da TV e da imprensa acham que não se pode apostar no
cidadão instruído ou que quer se instruir”, diz Mônica. “Mas dá para
apostar, sim, tranquilamente. Não vai atingir a massa, 80% da população,
claro, mas tem um público hoje totalmente desassistido nos meios de
comunicação. Acompanhar um curso pode ser uma coisa genial, deliciosa.”

A coordenadora da Univesp TV faz o que prega. Já encarou tours de force,
como assistir às 36 aulas do curso de Eletricidade e Magnetismo do MIT
OpenCourseWare, dado por um dos professores-celebridade da universidade
americana, Walter Lewin. “Ele é fantástico.”

Mônica não mostra o mesmo entusiasmo com a estética dos programas de
universidades estrangeiras. “Ao contrário do MIT, por exemplo, a gente quer
fazer direito. Lá eles só colocam uma câmera na sala. Se o professor mostra
uma transparência, por exemplo, isso não aparece no quadro, porque não tem
ninguém manejando a câmera”, diz. “Trabalhamos com outro padrão de
qualidade, porque somos uma televisão.”

O campeão de acessos da Univesp TV pode parecer improvável. É Cálculo 1, do
professor Renato
Pedrosa<http://www.youtube.com/playlist?list=PL2D9B691A704C6F7B&feature=plcp>,
curso regular de graduação do Instituto de Matemática, Estatística e
Computação Científica. A primeira aula tinha na noite deste sábado, 28,
6.015 visualizações no canal da Univesp TV no Youtube (
www.youtube.com/univesptv). No total, as 23 aulas de Pedrosa já tiveram
mais de 15 mil visualizações.

Além de cursos como Cálculo 1 e Física 1, a Unicamp usou a parceria com a
Univesp para criar uma grade mensal, com os programas Conversando sobre a
Graduação e Aulas Magistrais, de grandes professores falando sobre temas
como literatura, escravidão e aquecimento global.

Assistir a uma das Aulas Magistrais mais populares, Fisiologia do Amor, da
Paixão e do Sexo, é uma experiência rica e desconcertante. Respeitado
pesquisador do Instituto de Biologia, Miguel Arcanjo Areas usa e abusa do
humor e de termos impublicáveis para falar de paixão, amor e sexo e sua
relação com neurotransmissores.

A impressão geral da aula é a de programa de auditório que mistura tiradas
capazes de ferir almas mais sensíveis, educação sentimental e orientação
sexual, na linha da Marta Suplicy pré-política. Temperado com um repertório
brega ao qual não faltam sertanejos e Fábio Jr. – Areas canta e arrisca
falsetes. No final, é aplaudido de pé.

Muitos podem torcer o nariz, mas Areas consegue fazer da Aula Magistral um
programa palatável tanto para alunos da Unicamp quanto para fãs do Pânico.
Algo a se pensar quando a intenção é usar tecnologia para democratizar a
educação.

*SERVIÇO*

*Coursera *(www.coursera.org)
Cursos com duração de 4 a 12 semanas sobre assuntos como Algoritmos, Teoria
dos Jogos e Mitologia. As aulas são dadas por professores de Princeton,
Stanford e das Universidades da Califórnia, de Michigan e da Pensilvânia

*Udacity *(www.udacity.com)
Criado por experts em robótica, oferece seis cursos na área tecnológica.
Introdução à Inteligência Artificial, por exemplo, teve 160 mil alunos

*Youtube EDU* (www.youtube.com/education)
O maior portal de vídeos da web tem página de conteúdo educacional dividido
em categorias como Universidade, Ensino Fundamental e Médio, e Aprendizado
Para Toda a Vida

*Veduca *(www.veduca.com.br)
Site tem 70 aulas de professores de grandes universidades do mundo com
legenda em português, mas promete oferecer versão de um total de 4.714
videoaulas

*Univesp *(www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br)
O programa do governo de SP vai se tornar uma universidade. Por enquanto,
oferece graduação e pós em parceria com USP e Unesp. Parte das aulas e
cursos livres estão disponíveis no site
univesp.tv.br<http://univesptv.cmais.com.br/>

*Unicamp* (www.prg.unicamp.br/aulas)
Aulas Magistrais reúne videos de grandes professores

*iTunes U* (www.apple.com/education/itunes-u)

Este aplicativo gratuito para iPad, iPhone e iPod touch tem um catálogo de
mais de 500 mil palestras em vídeo ou áudio, livros e outros recursos
educacionais de instituições como Stanford, Yale e MIT


-- 
Clayton Soares
http://www.clayton.pro.br
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+55 85 3268-1264 / 9151-1730

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